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Falta de competência para liderar!

  • Foto do escritor: Silvia Maria Menanteau
    Silvia Maria Menanteau
  • 8 de mai.
  • 2 min de leitura

Um argumento definitivo dado há muito tempo por um diretor sobre o afastamento de um colaborador por questões de saúde mental. Ao encerrar a discussão, o diretor não permitiu que aquele grupo aprendesse mais sobre a questão e trabalhasse para identificar procedimentos comuns para lidar com o problema. 


Não é mais possível encerrar discussões sobre o tema de maneira definitiva, muito pelo contrário, estamos sendo cada vez mais estimulados a falar sobre ele e buscar soluções. Por isso fico muito feliz quando tenho a oportunidade de compartilhar o que aprendi. A partilha não tem o poder de curar, mas pode trazer caminhos, e é isso que interessa. Opções e entendimento!


Nos últimos anos, aprendemos algumas coisas importantes:

  • Não existe mais separação real entre vida pessoal e trabalho,

  • A saúde mental impacta diretamente equipes, cultura, resultados, e

  • Ela exige escuta, investigação e diálogo .


Ainda estamos aprendendo. Aprender também significa desconstruir estigmas.


A vida contemporânea não ajuda com suas telas de rolagem infinitas, algoritmos que nos presenteiam com coisas de que pensamos precisar e soluções mágicas para problemas que precisam ser tratados aos poucos, de forma consciente e com delicadeza. 


Enquanto isso, os números só crescem, o que vem obrigando o governo a criar normas no sentido de mitigar estes riscos dentro das empresas. Lembra da implantação do cinto de segurança, pois é! Você pensa nisso agora quando coloca o seu? Você só muda com a repetição.


O que você não pode esquecer? 

  • Vá em busca de um lugar que forneça informações de qualidade sobre a mente e seu funcionamento complexo. 

  • Tudo é um processo de entendimento, prática e mudança. 

  •  As escolhas competem a você, e não escolher também é uma escolha. 

  • Comunique, em casa, no trabalho, consigo mesmo, com seus amigos. Estamos aprendendo juntos e precisamos compartilhar o que aprendemos.


Agradeço à @wamovale pela confiança e abertura para esse diálogo.


Termino com uma reflexão sobre o diálogo, do "Cartas de um terapeuta para seus momentos de crise” do Alexandre Coimbra Amaral: 


“Eu sou um exercício permanente de humildade, eu sou o avesso do orgulho de ter o predomínio insistente da razão. Assumindo que nunca se pode entender completamente o outro, você traz a humildade para tomar assento na arquibancada da sua vida. A humildade é a irmã gêmea da curiosidade e do encontro genuínos.”  

Se a sua empresa está começando (ou precisa amadurecer) essa conversa sobre saúde mental, eu posso ajudar a construir esse caminho com vocês. 


Me escreva, será um prazer levar essa conversa para dentro da sua organização. 





 
 
 

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